Paris – Sexto Dia

Sabe quando você chega a um lugar turístico imaginando que ele terá uma fila enorme? Pois é, eu esperava isso do Palácio de Versailles, mas eu diria que no lugar de uma fila enorme, eu encontrei uma fila gigantesca. Melhor ainda, duas filas gigantescas. Uma para comprar o ticket,  e outra para entrar no palácio.

É claro que todo o povo que estava na fila, estaria dentro do Palácio também, dificultando o acesso aos espaços internos do lugar. Para ser honesta, foi um empurra empurra para conseguir algumas fotos. Eu só fui curtir o lugar depois, pelas fotos mesmo, pois na hora eu estava mais preocupada em sobreviver à massa de pessoas que pisava nos meus pés e esbarrava em mim e na minha bolsa.

Fora estes pequenos detalhes, o lugar é incrível mesmo. Extravagância seria uma boa palavra para descrever tudo o que eu vi enquanto caminhava por lá. Esta foi a última morada da família real antes da Revolução Francesa em 1789 e foi neste local que Maria Antonieta supostamente soltou a famosa frase “Que comam brioches”, referindo-se ao povo que não tinha pão para se alimentar.

De acordo com o mapa que recebemos na entrada no museu, o Palácio em si é apenas uma pequena parte de um grande espaço cercado, repleto de jardins e outros prédios menores. Não me admira que a realeza na época não fizesse a menor ideia do que se passava além do portão que a cercava, demarcando dois mundos completamente diferentes.

O quarto de Maria Antonieta, separado dos aposentos do rei, era um dos espaços mais disputados para fotos e pessoas que buscavam um cantinho para olhar por alguns minutos a beleza dos detalhes.

Os aposentos do rei seguem o mesmo padrão luxuoso dos demais, como já era de se esperar.  Após mais um pouco de empurra empurra, consegui uma foto.

Coincidentemente, há algumas semanas vi a nova campanha da Dior, cujo comercial foi feito em Versailles. Achei que valia a pena mostrar aqui, até pelo provilégio de ver a Sala dos Espelhos vazia.

Beijos e até a próxima.

Paris – Quinto Dia

Após passarmos a manhã conhecendo a Galeria Lafayette e mais algumas lojas próximas a ela, pegamos um metrô e fomos em direção à Sacré Coeur, onde curtimos a vista maravilhosa da cidade e aproveitamos para descançar um pouco.

Terminamos o dia no Moulin Rouge.

O passeio está chegando ao final. Apenas um dia ainda, que foi conhecendo o Palácio de Versailles. As imagens de lá ficam para o próximo post.

Beijos e até a próxima.

:D

Paris – Quarto Dia

Você reconhece esta pintura?

Ela foi feita por Claude Monet e retrata os jardins da casa do pintor. Hoje o local está aberto para visitação, e seus jardins ainda existem, tão exuberantes quanto antigamente.

Como eu sempre gostei das obras de Monet, reservei um dia do passeio em Paris para irmos até Giverny, cidade onde ele viveu.  Além dos jardins, sua casa, com todos os móveis da família, pode ser visitada.

O local fecha no inverno e reabre apenas na primavera. Nós pegamos o primeiro dia com os jardins abertos deste ano. Tenho quase certeza de que eles voltarão a fechar em novembro, para reabrir somente no ano que vem.

 

Lindo, não?