A Itália sempre foi um país que chamou a  minha atenção. Desde criança, quando olhava para o mapa e via aquele país em formato de “bota”, já achava que devia ser muito interessante visitá-lo. Depois, durante a adolescência, estudar sobre o Império Romano fez com que a vontade de conhecer esse país crescesse ainda mais.

Há alguns anos, tive a chance de conhecer algumas das principais cidades, mas sei que tem muito mais. O país oferece desde praias maravilhosas, até estações de esqui, sem falar na comida, nos monumentos, nas catedrais ricamente pintadas. É tudo muito exagerado, assim como a gesticulação, o temperamento e o jeito de falar dos italianos.

Ano passado tive a oportunidade de ir mais duas vezes até a Itália, inclusive “morei”  por um certo período em uma cidadezinha, em função do meu processo de reconhecimento da cidadania italiana. Aproveitei esse período de estadia mais prolongada para explorar lugares não tão óbvios.

Como chegar:

A partir do Brasil, é possível pegar vôos diretos até Milão pela TAM, já a Alitalia voa da capital paulista para Milão e Roma. Com conexões em outras capitais europeias, é possível voar até a Itália pela KLM, Air France, TAP, Iberia e Lufthansa.

Se já estiver na Europa, todas as grandes companhias europeias possuem serviços que servem cidades como Roma, Nápoles, Gênova, Milão, Turim, Veneza e Florença. Companhias de baixo custo, como a Easy Jet e a Ryan Air, possuem alguns voos bastante convenientes.

Como circular:

Pessoalmente, acredito que a forma mais conveniente de circular seja através da extensa rede ferroviária que o país oferece. A Trenitalia possui serviços que são razoavelmente frequentes e, quase sempre, pontuais. As estações são bem equipadas e a malha chega às principais cidades turísticas do país.

Muitas pessoas preferem alugar um carro, especialmente se estão em um grupo maior, assim conseguem ter maior liberdade de horários e de circulação até cidades menores. Se não quiser dirigir, ônibus são muito menos frequentes, mas mesmo assim operam com regularidade aceitável.

Onde comer:

Honestamente, não há com o que se preocupar em relação a isso, pois na Itália a comida é um item levado muito a sério. Tem opções para todos os orçamentos e com certeza você irá esgotar sua cota de pizza, polenta, massas e gelato, seja no verão ou no inverno.

Onde ficar: 

Existem opções para todos os bolsos, mas independente disso, sempre recomendo dar uma olhada na distância do hotel até os pontos turísticos mais próximos e até a estação de trem, caso esteja viajando pelo país de trem. A minha dica é usar o Google Maps na hora de ver a localização do hotel e, para a reserva, procuro sempre usar o Booking.com, especialmente agora que existem tantas opções com cancelamento grátis.

Melhor época para visitar: 

O clima na Itália, devido seu formato e sua posição no Mediterrâneo, apresenta uma grande variedade de condições de temperatura – que vai desde o clima subtropical, até climas mais típicos de continente. Contudo, o clima predominante em toda a “bota” é do tipo mediterrâneo.

O inverno pode ser bastante chuvoso em algumas regiões, e claro, os dias tendem a ser mais curtos, então aproveita-se menos do dia. Já o verão pode ter temperaturas escaldantes. De forma geral, a melhor época para visitar as principais cidades italianas vai de março a maio (primavera) e de setembro a outubro (outono).

Outras informações:

Capital do País: Roma.

Moeda: Euro.

Visto: Não é necessário visto para brasileiros que pretendem passar até 90 dias no país a turismo.

Para quem tem interesse em visitar o país, pretendo fazer uma série de artigos sobre as cidades que tive a chance de visitar. Não deixe de acompanhar!