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Roteiro de 2 dias em Barcelona – Dia 2

No segundo dia pela cidade conhecemos: 1. Parque Güell, 2. Bairro Gótico, 3. Catedral de Santa Eulália, 4. Catedral de Santa Maria del Mar, 5. Museu do Picasso, e encerramos a noite em um bar de pinchos, acompanhado de vinho verde. O primeiro dia conhecendo Barcelona pode ser lido clicando aqui.

1. Parc Güell: Inicialmente concebido como um condomínio de casas para cidadãos abonados, foi um tremendo fracasso – talvez provocado pelas excêntricas linhas orgânicas desenhadas pelo arquiteto. De qualquer forma, os jardins e pavilhões concluídos tornaram-se uma ampla área de lazer para a cidade. Do alto da plataforma serpenteando sobre a Sala Hipostila se tem excelentes vistas e, ao pé de uma das escadarias que dá acesso a ela, está o dragão que se tornou um dos símbolos do parque. (Fonte: Guia de Viagem).

Nós decidimos caminhar até o parque para aproveitarmos melhor a cidade. Lembro de ter sido uma longa caminhada, pois o Parque está localizado numa área bastante alta, o que torna o passeio cansativo para se fazer à pé. Não recomendo está opção. Porém o passeio vale muito a pena. Lá dentro deu para ouvir músicos tocando pelo parque, aproveitar um pouco mais a arquitetura de Gaudí, conhecer a casa onde ele chegou a morar e  ver alguns móveis desenhados por ele.

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Parc Güell

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Parc Güell

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Parc Güell

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Parc Güell

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Parc Güell

2. Bairro Gótico: As sombras projetadas nas estreitas vielas do Barri Gotic de Barcelona, fruto dos palácios e casarões de fachadas enegrecidas, são o perfeito retrato do imaginário gótico. Em boa parte construída em volta do antigo fórum romano, a Plaça Sant Jaume em seu processo construtivo varreu da história os vestígios da antiga Barcino. (Fonte: Guia de Viagem)

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Bairro Gótico

3. Catedral de Santa Eulália: Poucas edificações foram, de forma tão direta, testemunhas (e vítimas) da atribulada história de Barcelona como sua Sé. Iniciada no século XV sob ordens de Jaume II, as fundações da Catedral de Barcelona foram sobrepostas a antigos templos romanos e mouriscos e a uma antiga igreja cristã. Invasões, a Peste Negra, cercos e rebeliões postergaram a conclusão da obra, praticamente finalizada apenas no século 20. (Fonte: Guia de Viagem)

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Catedral de Santa Eulália

4. Catedral de Santa Maria del Mar: Templo gótico situado no bairro da Ribeira. A primeira pedra da igreja foi colocada em 25 de maio de 1329 sobre as fundações de igrejas anteriores. As paredes, fachada e capelas estavam terminadas por volta de 1350, e as abóbadas do interior foram terminadas em 1383, o que permitiu a dedicação definitiva do templo a 15 de agosto de 1384.

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Catedral de Santa Maria del Mar

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Catedral de Santa Maria del Mar: Detalhe da porta.

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Catedral de Santa Maria del Mar

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5. Museu Picasso: Em meio a robustos casarões góticos e becos estreitíssimos do distrito de La Ribera encontra-se o Museu Picasso. O pintor malaguenho viveu boa parte de sua juventude em Barcelona e a coleção foca principalmente na produção dessa fase. No entanto, obras representando todo o fantástico percurso do artista estão guardadas aqui, incluindo uma sala dedicada ao período azul e um quadro da fase rosa. O ponto alto da visita é a série As Meninas, baseada na obra-prima de Diego de Velásquez, aparentemente uma fonte inesgotável de inspiração para os estudos de Picasso. São diversos estudos, tanto da obra original inteira como dos diferentes personagens que o formam. (Fonte: Guia de Viagem)

Infelizmente não era possível fotografar o interior do museu, mas garanto que é um passeio que vale muito a pena.

Dicas: 

1. Quem vai visitar Barcelona no período natalino não deve deixar de ver as feiras natalinas que ocorrem em diversas praças da cidade, com várias banquinhas com os famosos caganerspersonagens de nome sugestivo representados em pequenos bonecos que podem servir de enfeites — inclusive em presépios –, brindes ou talismãs. Fazem parte da cultura da região e existem nas mais diferentes opções.

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2. Não deixe de ir a um bar de pinchosSão uma espécie de sanduíches abertos com os mais diferentes tipos de sabores. O Marçal nos levou no bar preferido dele, bem local, que servia pinchos dos mais variados sabores, doces e salgados. Havia muitas pessoas fazendo happy hour, conversando e tomando vinho. A ideia era ficar em pé em volta do balcão e provar, entre as tantas opções de pinchos, aqueles chamassem mais atenção. O difícil era escolher, pois todos pareciam deliciosos. Como a cobertura do sanduíche era reforçada por um palitinho, no final da noite nos dirigimos ao caixa e somamos quantos palitos estavam no prato. E é assim mesmo que funciona! As pessoas pagavam no final da noite e ninguém controlava se alguém estava escondendo palito para não pagar. Achei a ideia muito boa.

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