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Roteiro de 2 dias em Budapeste

Nossa chegada:

Chegamos em Budapeste às 20 horas e sabíamos qual a estação mais próxima para chegarmos no hostel, mas não fazíamos ideia do caminho a partir da estação. Tenho a lembrança da gente perguntando para várias pessoas em lojas que ainda estavam abertas por perto, mercadinhos e tal, e a maior parte das pessoas não falava inglês. Perguntamos a jovens que passavam pela rua, alguns falaram pra gente pegar o metrô de novo e descer em outra estação, outros mandaram a gente ir para o outro lado da cidade. Enfim, acho que só conseguimos achar o caminho quando decidimos perambular pelas ruas procurando por uma wi-fi descente e botamos a nossa localização e o endereço do hostel no google maps. Estávamos a 10 minutos de caminhada do hostel, tranquilíssimo.

Uma dica para quem pretende fazer um mochilão e que nós só aprendemos ao longo da viagem é já deixar o caminho da estação aonde você vai descer até o hostel que você vai ficar salvo no celular. Para não corrermos o risco de perder a informação, criamos o hábito de salvar a imagem do caminho como uma foto. Aproveite a wi-fi do lugar que você estiver para já deixar tudo salvo, assim quando chegar no seu destino, mesmo sem wi-fi, você não passa por nenhum sufoco.

Enfim, esta noite estava morta. Só buscamos comida no supermercado e voltamos para o hostel para jantarmos. O legal de estar em outro país completamente diferente é que mesmo uma ida ao supermercado é um passeio, pois tem muita coisa para ver. Comidas, marcas e produtos novos para conhecer.

Dia 1:

No dia seguinte pegamos o metrô e descemos na praça Kossuth Lajos. A estação tem o mesmo nome da praça, linha M2. A ideia era irmos até o Parlamento Húngaro. Eles fazem uma visita guiada pelo Parlamento e pelo que eu li tem que chegar cedo, pois os ingressos acabam logo. Caminhamos em volta do prédio, mas havia tapumes em torno , pois ele estava em reformas. A melhor vista do Parlamento é do outro lado do rio Danúbio, pois é aonde dá para pegar todo o prédio nas fotos.

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Rio Danúbio visto do lado Peste da cidade

Saindo dalí seguimos caminhando para a Basílica de São Estevão, que juntamente com o Parlamento formam o par de edifícios mais altos de Budapeste (com 96m), e além disso é a maior igreja da Hungria, tendo capacidade para 8500 pessoas. É uma pena que as fotos de dentro da Basílica não ficaram boas, mas é muito bonito seu interior.

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A nossa ideia de roteiro era a de conhecermos o Museu Nacional Húngaro, mas é um passeio de algumas horas e como já estava quase na hora do almoço decidimos adiá-lo. No final das contas acabamos sem conhecer o museu, o que já é uma prova de que dois dias em Budapeste é um tempo bem reduzido mesmo.

Decidimos atravessar o rio, mudando completamente o roteiro que tínhamos planejado. Passamos pela Praça Roosevelt e atravessamos a Ponte das Correntes, a mais linda e antiga da cidade.

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Ponte das Correntes

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Caminhamos pelo lado Buda da cidade, almoçamos em um café e seguimos para o Bastião dos Pescadores, um dos monumentos mais bonitos de Budapeste. Construído entre 1895 e 1902, o Halászbástya é uma homenagem às sete tribos magyares que fundaram a Hungria no ano de 896. As tribos são representadas pelas sete torres que formam o monumento, situado no alto da colina do Castelo de Buda, junto à Igreja de Matias.

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Bastião dos Pescadores

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Igreja de Matias

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Parlamento Húngaro visto a partir do Bastião dos Pescadores

Continuamos caminhando pela região e chegamos até uma feirinha de artesanato. Passeamos um pouco por alí e fomos até o Castelo de Buda.

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Descemos a colina e fomos novamente até as margens do Rio Danúbio, pois queríamos fazer mais fotos do Parlamento. De lá pegamos o metrô e voltamos para o hostel.

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Dia 2:

No segundo dia de passeio tínhamos que cumprir o roteiro que deveria ter sido feito no primeiro dia, o que incluía o Museu Nacional Húngaro, e mais alguns atrativos que ficaram faltando, pois mudamos bastante a ordem das coisas.

Começamos pela Praça dos Heróis. No centro da praça ergue-se o Memorial do Milênio, conjunto com estátuas dos líderes das sete tribos magiares que fundaram a Hungria e outras personalidades da história húngara.

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A praça dá início ao parque da cidade, uma grande área verde no meio do centro urbano, com um grande lago que congela no inverno e pode-se patinar. Apesar do dia nublado, caminhamos pelo parque e decidimos arriscar a patinação na pista que havia. Era possível alugar patins por algumas horas.

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Esse foi o passeio da manhã. À tarde a nossa ideia era conhecer o Museu Nacional Húngaro, porém eu não fiquei 30 minutos patinando e consegui cair, pela segunda ou terceira vez, e torcer o joelho. Sim, nunca patinei na vida e decidi patinar no gelo. As pessoas patinavam de costas, dançavam e se divertiam e eu lá tentando pelo menos ficar em pé. Patético, mas foi assim mesmo que aconteceu. Desistimos de passar horas caminhando pelo museu e optamos por voltar para o hostel de metrô. Compramos remédio no caminho e passei a tarde dormindo por consequência do anti-inflamatório.

Quando acordei já estava escuro. No dia seguinte tínhamos que seguir viagem ainda de madrugada. Como me sentia melhor, decidimos conhecer o Ice Bar, que ficava pertinho do hostel. No caminho ainda vimos a Ponte da Liberdade e o Mercado Municipal, que estava fechado à noite.

O Ice Bar, como o próprio nome sugere, é um bar todo de gelo. Os bancos são de gelo, as paredes e até mesmo os copos. Para entrar as pessoas colocam casacos e luvas do próprio bar.

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Mercado Municipal

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Ponte da Liberdade

Honestamente, gostaria de ter ficado mais um ou dois dias pela cidade, pois perdemos algumas atrações que pareciam legais, mas para quem está com a agenda apertada, em dois dias dá para conhecer bastante coisa, principalmente imaginando a tarde que eu perdi por ter ficado no hostel. Mas tem que ter pique para levantar cedo e caminhar bastante para aproveitar ao máximo.

 

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