Para quem já viu o antes e depois do escritório aqui de casa, agora mostro mais alguns detalhes…

Nem cheguei a comentar, mas essa escrivaninha é bem antiga. Deve ter, no mínimo, uns trinta anos. Meu pai a comprou usada para montar um escritório. Chegou a reformá-la, há uns 15 anos. Mesmo a reforma já estava antiga, por isso decidi atualizá-la para o apê. Pintei a parte de ferro de cinza (antes estava em um tom de verde semelhante ao de um quadro negro), e a madeira foi pintada de branco (antes tinha uma pátina num tom areia).  Ainda quero colocar uns puxadores, pois a madeira branca acaba sujando muito rápido. Como tenho em mente um modelo específico, aguardo até encontrá-lo.

A cadeira era do meu quarto de solteira e o baixo é do Gabriel.  O meu único pedido foi que ele trocasse seu antigo amplificador por um menor. Pedido acatado. Achei que o instrumento ficou legal penduradinho, combinou com o clima que queríamos para o escritório.

Os porta-retratos continuam sem fotos. Além disso, temos a ideia de colocar um sofá na parede do quadro de Nova York e da estante. Vai ficar bem em frente ao computador, o que ajuda na hora de vermos filmes.

Na prateleira, livros e lembranças das nossas viagens. O vaso foi comprado em Porto de Galinhas e a torre foi a lembrança mais clichê que poderíamos ter de Paris. Gosto dela mesmo assim.

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Matrioshkas russas e a Combi que o Gabriel ganhou de seu pai.

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Aproveitei para enquadrar alguns cartões postais que acumulei. Ainda falta um do Van Gogh nesta composição.

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Esta estante foi deixada pela antiga dona da casa que meus pais moram hoje. Estava na dependência de empregada, cheia de velharia. Devidamente resgatada, não precisou de nenhuma pintura. A caixa de fruta é temporária, quero trocar por uma mais bonita.

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O cofrinho veio de Londres, os sapatinhos de Amsterdã e as Matrioshkas de Moscou.

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As caixas organizadoras foram compradas em uma lojinha de €2,00 em Dublin.

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O toca discos e toda a coleção foi resgatada da casa dos meus pais. Ótima aquisição, por sinal. O aparelho tava desmontado, sem uso, na dependência de empregada. Abandonado, coitado.

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No canto do café, mais alguns postais e um quadro do filme Laranja Mecânica.

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A cômoda do café também foi garimpada. Era do quarto de solteiro da minha cunhada e estava abandonada quando minha sogra nos ofereceu. Ela era de uma madeira escura e achei que ficaria melhor pintada de branco. Fiz uma pátina, aproveitando seu acabamento cheio de relevos. Conta com duas portas onde guardo xícaras e bulês.

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Veja o antes e depois do apê aqui.